Resenha: Primer Facial Studio Perfect Ruby Rose

Desde que uma dermatologista me falou sobre os danos de aplicar a maquiagem direto no rosto, não consigo passar nem uma base ou corretivo sem primeiro preparar a pele com hidratante/primer. Por usar primer todos os dias, acabo conseguindo testar uma variedade grande deles. Hoje, vou falar aqui do primer facial Studio Perfect da Ruby Rose.

A descrição desse produto no site da RR é a seguinte:

“Com o Primer Facial 8086 da Ruby Rose, você terá uma maquiagem perfeita por mais tempo!  O Primer Facial tem um aspecto em gel que suaviza a pele e cobre todos os poros deixando a pele macia e aveludada!”

A embalagem é básica, mas cumpre o propósito de manter o produto preservado. As inscrições nela dizem: “Photo-loving primer. Definição perfeita. Suaviza as imperfeições 100%.”

 

Esse é um primer com textura bem siliconada. Em mim, ele não secou 100%. Senti que deu uma LEVE maciez pra pele, sem de fato disfarçar totalmente os poros. Testei de dia, de noite, em dias mais quentes e em dias mais frios. Não notei mudança nessas diferentes situações. Pra quem é alérgica ou se incomoda com cheiros fortes: ele não tem fragrância nenhuma.

Testei, primeiramente, com as bases fluídas da Quem Disse, Berenice? e da Vult. O resultado com elas foi bem satisfatório! Deu uma uniformizada no tom da pele, ajudou a base a ficar no lugar por um pouco mais de tempo e não craquelou. Pro dia a dia, esse é o resultado básico que eu espero de um primer. O que eu não curti muito: ele não rende tanto quanto vários outros primers que eu já testei. Preciso sempre pegar um pouco mais de produto do que estou acostumada pra conseguir cobrir o rosto todo.

Quando testei com bases mais secas, como a base da própria Ruby Rose e a de alta cobertura da Tracta, o negócio desandou total. Na hora de espalhar a base, mesmo eu indo com toda delicadeza do mundo, o primer começava a esfarelar e sair. A mesma coisa aconteceu quando eu o utilizei como primer para olhos; a sombra esfarelou totalmente. Fiz umas fotos na mão pra mostrar:

 

Na imagem abaixo, no lado esquerdo estou sem primer e no direito com; quase não há diferença.

 

O rendimento e o efeito dele foram bem abaixo do que eu esperava. Não fez mal a minha pele e se deu bem com os produtos que eu uso diariamente, então continuarei usando até acabar. No site da marca, o primer facial Studio Perfect custa R$16,90 (embalagem com 25ml). É um preço amigável, mas não acho um bom investimento. Apesar de não conhecer outros primers bons com esse mesmo preço, acredito que vale mais a pena juntar mais um pouquinho de dinheiro e adquirir um produto mais eficiente.

Por hoje é só!

xoxo

Três comédias adolescentes de 2018

Sendo uma pessoa mega hiper ansiosa, insônia e bads fazem parte da minha vida com mais frequência do que eu gostaria. Nessas horas, AMO ver comédias românticas bobinhas, aqueles feel good movies, sabe? Ajuda a me acalmar e pensar que existe sim umas coisas legais pelo mundo.

Trago aqui uma lista com os três últimos filmes fofinhos que eu assisti.

  • Com amor, Simon (Love, Simon – 2018): 

Sim, é um drama/comédia adolescente, com temática adolescente e com personagens adolescentes. Mas sai do padrão heteronormativo que a gente tá acostumado a ver! O filme conta a história de Simon, um garoto gay de 17 anos que ainda não se assumiu e só quer curtir o último ano do ensino médio com os amigos. Simon começa a trocar e-mails com um outro rapaz gay de sua escola, também não assumido. Sem identificarem um ao outro, os dois conseguem papear e compartilhar seus sentimentos sem medo da exposição. O desenrolar da história é super fofo de acompanhar, e a família de Simon é um caso a parte! <3 Ah, é baseado no livro “Simon vs a agenda homo sapiens” e a trilha sonora é ótima!

 

  • A Barraca do Beijo (The Kissing Booth – 2018):

O Buzzfeed deve ter feito uns dez artigos sobre esse filme. Estreou na Netflix em maio e teve gente que amou, teve gente que odiou. Não é uma obra prima do cinema contemporâneo, mas é divertido; uma ótima maneira de passar o tempo e se distrair. De quebra, tem eye candy: Jacob Elordy faz um bem pra vista, sim.  Também foi baseado em um livro, escrito por uma garota de quinze anos. É a história da amizade de Elle e Lee, que pode ser abalada pelo crush que a menina tem em Noah, galã e irmão mais velho de Lee.

 

  • Alex Strangelove (2018):

Esse filme soma um clichê atrás do outro, mas continua sendo gostoso de assistir, além de ser uma outra produção com protagonista LGBT. Alex está no último ano de escola e namora sua melhor amiga, Claire (e a química entre os dois é ótima); até que aparece Elliot e confunde todos os sentimentos do garoto. É tudo muito previsível, mas a história de Alex tem um quê de contos de fadas que conquista e faz seu papel de entreter.

Os três filmes também têm uma trilha sonora muito legal, que só contribui pra sensação de feel good movie. Vale a pena conferir os soundtracks e os filminhos!

 

xoxo