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Como tudo que eu posto aqui, esse texto reflete apenas MINHA OPINIÃO. Ninguém está sempre 100% certo ou errado; o legal do livre arbítrio é que cada um faz o que acha melhor.

Mas, vamos lá. Ano passado, eu fiz um post bem iniciante sobre o que é low poo e no poo. Não vou explicar com muito detalhes hoje, mas tá aqui o link do outro post pra quem quiser ler. Segui as listinhas de produtos liberados/proibidos por vários meses, até que desisti.

Por que?

Bom, em primeiro lugar, por preguiça. Às vezes, meu shampoo acabava e eu precisava comprar algum outro aqui por perto de casa; nem sempre eu encontrava um produto bom, liberado, que se desse com meu cabelo, cruelty-free e BARATO. Acabou que fui comprando um e outro shampoo não liberado e depois de um tempo, abandonei o low poo de vez.

Segundo: eu precisei adaptar totalmente meus cuidados capilares depois que descolori o cabelo. Descolorir destrói o fio pra caramba e, mesmo tendo feito meses de cronograma capilar em preparação, meu cabelo desenvolveu novas necessidades. A última vez que eu tinha descolorido o cabelo foi há uns oito anos, então eu nem lembrava de como ele ficava. Precisei mudar o shampoo, o condicionador, as máscaras de tratamento e o que eu usava pra finalizar. Nesse período, priorizei totalmente produtos que deixavam meu cabelo mais bonito (independente de ser ótimo pra tratar ou não). Junto com a preguiça, foi o que me impulsionou mais ainda pro desapego.

Por último, desde que comecei o low poo, eu refletia sobre toda a característica restritiva do negócio. Eu não lido bem com restrições (a única que eu sigo 100% na vida é a de não usar produtos de beleza que testam em animais). Quando pesquisava, ficava assustada com o tanto de coisas que as minas do low e no poo colocavam como proibidas. Falava-se muito sobre produtos que causavam câncer, que interferiam no sistema reprodutor, que eram praticamente venenos… e eu sentia um sensacionalismo nisso.

Veja, EU SENTIA. As crenças são coisas muito pessoais de cada um.

Parabenos e sulfatos, por exemplo. Já vi posts de blog associando a presença desses componentes com disrupções hormonais e câncer. Bom, por mais que nosso sistema capitalista faça com que geral priorize dinheiro, eu ainda tenho crença nas pessoas e instituições. Acredito em pesquisas científicas, principalmente quando há inúmeras delas apontando para resultados semelhantes. Li vários artigos que explicavam que a absorção de componentes em produtos cosméticos pelo corpo era bem pequena. Por isso, se temos um caso mais grave (como a acne severa que eu tive), é necessário utilizar tratamento via oral.

Óbvio que uma alimentação natural, priorização de produtos naturais, etc são incrivelmente vantajosos. Afinal, é o natural. O que me incomoda é o extremismo e o sensacionalismo. É algo que não funciona pra mim.

Há pessoas que estudam anos, dedicam toda sua vida a pesquisas e trabalhos científicos e, ainda assim, o público geral dá prioridade a opinião de uma blogueira ou personalidade do instagram. Eu vejo a ironia de estar falando isso e estar dando aqui minha opinião. Mas eu estou longe de ser a dona da verdade. Não acho que faz sentido confiar cegamente no que a gente vê pela internet! Quem escreve os posts pode errar, né? Eu, inclusive, já errei.

Vamos aproveitar a internet e PESQUISAR. O Google Acadêmico tá aí, cheio de artigos científicos de livre acesso.

Ler os rótulos, saber o que está presente nos produtos que utilizamos diariamente e tentar entender como eles podem afetar a gente é uma iniciativa mega hiper ultra válida. Vamos fazer isso com calma e sabedoria, evitando nos privar de coisas que fulana ou cicrana dizem ser proibidas mas que dão super certo pra gente.

Ou não! O negócio é saber o que mais se alinha com você.

Ah, e me segue lá no instagram (Mudei o nome na @ do instagram, agora é @thaischeiadevicios)! Todo dia tô postando dicas e informações legais.

xoxo